Resident Evil: Zach Cregger revela inspiração em 1917
Uma missão, um caminho tomado por ameaças e pouco espaço para respirar. O novo Resident Evil, de Zach Cregger, encontrou uma inspiração inesperada para sua estrutura: o filme de guerra 1917. Ao lado de Evil Dead 2, ele ajuda a entender a proposta dessa nova passagem por Raccoon City.
Em entrevista ao Rotten Tomatoes, repercutida pelo GamesRadar+, Cregger explicou que a conexão com 1917 está na estrutura da narrativa, apesar da diferença de tom. O diretor também apontou Evil Dead 2 como referência, aproximando a jornada de missão do terror com humor.
E, depois de assistir, essa combinação fez bastante sentido para mim.
Como 1917 influenciou Resident Evil?
Em 1917, dois soldados britânicos precisam entregar uma mensagem durante a Primeira Guerra Mundial. A missão conduz a história, enquanto os obstáculos tornam cada avanço mais difícil.
Essa lógica ajuda a explicar o que mais me chamou a atenção em Resident Evil: a sensação de estar acompanhando um personagem que precisa continuar, mesmo quando tudo ao redor dá errado.
Faz tempo que não jogo a franquia, e meu contato foi principalmente com os títulos antigos. No cinema, encontrei uma experiência diferente daquela que lembrava dos jogos, mas a pegada de missão me conquistou. Ter um objetivo para acompanhar deu força à jornada e manteve meu interesse nas próximas ameaças.
Evil Dead 2 e o equilíbrio entre terror e humor
A influência de Evil Dead 2 também ajuda a entender o espaço para o exagero e o humor em meio ao horror.
Para mim, a zoeira foi bem dosada. Os momentos engraçados deram um respiro entre as situações perigosas e tornaram o protagonista mais interessante de acompanhar.
Outro acerto foi a evolução do personagem interpretado por Austin Abrams. Gostei de observar como ele muda ao longo da experiência, tanto nas armas que utiliza quanto nas decisões que toma. Essa progressão me trouxe uma sensação familiar: a de aprender a sobreviver enquanto o desafio fica cada vez maior.

Qual é a história do novo Resident Evil?
O filme acompanha Bryan, um entregador de medicamentos interpretado por Austin Abrams, que acaba envolvido em uma noite de caos e precisa lutar pela sobrevivência. A produção apresenta uma história inédita dentro da franquia, segundo a sinopse do Rotten Tomatoes.
A entrega de um pacote em Raccoon City coloca o protagonista no caminho de um surto e transforma seu trabalho em uma missão perigosa.
Esse ponto de partida funcionou bem para mim. Mesmo afastado dos jogos há algum tempo, consegui acompanhar a história sem me sentir perdido.
Uma nova história que renovou meu interesse pela franquia
A escolha de acompanhar outro protagonista abriu espaço para uma experiência que me surpreendeu. Entrei no cinema com as lembranças dos jogos antigos e saí interessado em ver mais desse universo.
Inclusive, gostaria que os próximos filmes explorassem novos personagens e grupos. Há espaço para contar outras histórias de sobrevivência e mostrar como pessoas diferentes enfrentam o caos.
Resident Evil reacendeu meu entusiasmo pela franquia. A missão, a evolução do protagonista e o equilíbrio entre tensão e humor foram os elementos que mais me conquistaram.
E você: prefere adaptações centradas nos personagens clássicos ou quer conhecer novas histórias em Raccoon City?
O diretor Zach Cregger revelou que o filme de guerra 1917, indicado ao Oscar em 2019, foi uma das inspirações para sua versão de Resident Evil. A escolha pode parecer inesperada, mas faz sentido quando observamos a estrutura da nova produção.
Em entrevista ao Rotten Tomatoes, Cregger explicou que 1917 serviu como uma referência importante para o ritmo e o formato da história. Segundo ele, o filme mistura a estrutura de 1917 com o estilo de Evil Dead 2.

1917 ajudou a construir a estrutura de Resident Evil
Dirigido por Sam Mendes, 1917 acompanha dois soldados britânicos durante a Primeira Guerra Mundial. Eles recebem a missão de entregar uma mensagem capaz de impedir um ataque que poderia causar muitas mortes.
O filme ficou conhecido por sua tensão constante e pela sensação de acompanhar os personagens em uma única jornada. Essa ideia parece ter influenciado a forma como Resident Evil conduz sua nova história.
Na produção de Zach Cregger, o protagonista também precisa cumprir uma missão enquanto enfrenta situações cada vez mais perigosas. O objetivo é claro, mas o caminho até ele está cheio de ameaças.
Evil Dead 2 também foi uma inspiração
Além de 1917, Zach Cregger citou Evil Dead 2 como outra referência para o novo Resident Evil. A produção mistura terror, ação e momentos de humor sombrio, elementos que também marcaram o trabalho do diretor.
Cregger descreveu os dois filmes como se fossem os “pais” de sua versão de Resident Evil. Embora a comparação seja curiosa, ela ajuda a explicar a proposta do longa: uma aventura de sobrevivência com tensão, violência e um ritmo acelerado.
Faz um tempo que eu não jogo Resident Evil, mas quando fui ao cinema para ver o filme, foi algo diferente do que eu estava acostumado a jogar — até porque joguei mais os jogos antigos da franquia.
Mas gostei muito dessa pegada estilo “missão” que o filme trouxe e, inclusive, a parte de zoeira do filme achei muito bem equilibrada.
Ver o personagem principal, interpretado por Austin Abrams, ir evoluindo tanto em armas quanto nas decisões que tomava, para mim, foi muito bem explorado.
Qual é a história do novo Resident Evil?
O novo filme apresenta uma história inédita dentro do universo de Resident Evil. A trama acompanha um entregador de medicamentos que não está exatamente satisfeito com a própria vida.
Tudo muda quando ele aceita levar um pacote misterioso até Raccoon City. O que ele não sabe é que um vírus criado em laboratório acabou de começar a destruir a humanidade.
A partir daí, a missão se transforma em uma luta pela sobrevivência. O protagonista terá que atravessar uma cidade tomada pelo caos e descobrir o que está por trás daquele pacote.

Resident Evil terá uma história nova
Diferentemente de uma simples adaptação direta dos jogos, o novo filme apresenta uma narrativa própria dentro do universo da franquia. Mesmo assim, a presença de Raccoon City e do vírus criado em laboratório mantém a conexão com os elementos conhecidos pelos fãs.
Essa decisão permite que o filme conte uma nova história sem deixar de lado a identidade de Resident Evil. A produção pode agradar tanto quem já acompanha os jogos quanto quem está conhecendo esse universo agora.
Por ser uma história totalmente nova, não me senti nem um pouco perdido e curti bastante a experiência. Inclusive, acho que os próximos filmes poderiam seguir por esse mesmo caminho: apresentando novos personagens e grupos a cada história.
Zach Cregger escreve e dirige o filme
Zach Cregger dirige Resident Evil a partir de um roteiro escrito por ele em parceria com Shay Hatten. A proposta é combinar a tensão de um filme de missão com os perigos de uma história de terror e sobrevivência.
A inspiração em 1917 indica que o público pode acompanhar uma jornada muito intensa, com o protagonista sempre avançando em direção ao seu objetivo. Já a influência de Evil Dead 2 sugere que o filme também terá espaço para cenas exageradas e momentos de humor sombrio.
Resident Evil já está nos cinemas
O novo Resident Evil já está em exibição nos cinemas. O filme apresenta uma nova ameaça, um protagonista envolvido em uma missão perigosa e uma versão diferente da conhecida cidade de Raccoon City.
A combinação entre 1917, Evil Dead 2 e os elementos clássicos da franquia mostra que Zach Cregger pretende seguir um caminho próprio. Resta saber se essa mistura vai conquistar os fãs de longa data.
Esse filme trouxe meu hype novamente em relação a Resident Evil no geral.
